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Viagem às origens

Conteudo Isobar

Zâmbia é um país africano repleto de história e patrimônios naturais de tirar o fôlego

Uma viagem para o continente africano é uma maneira de retornar ao nosso passado e conhecer muito do que originou a cultura brasileira e, até mesmo, a ocidental. E, para além da grandiosidade cultural do continente, a África é deslumbrante por suas monumentais obras da natureza, abundante variedade de fauna e flora, e muita riqueza imaterial.

Mais ao sul do continente, na fronteira entre Zimbabué e Zâmbia, encontra-se o destino ideal para os aventureiros de plantão: a Victoria Falls (ou Cataratas de Victoria), uma das maiores e mais espetaculares quedas d’água do mundo, encontra-se em um paraíso selvagem ainda pouco explorado pelo homem.

Ela está localizada na região do Parque Nacional Mosi-oa-Tunya e do Parque Nacional South Luangwa – um dos que mais preservou a vida selvagem em todo o mundo. Mas não pense que, por se tratar de parques naturais em regiões preservadas, não há estrutura para receber os visitantes.

Entre os hotéis mais buscados, o The Royal Livingstone é um refúgio de luxo situado a 10 minutos da Victoria Falls, que além de possuir belíssimos jardins, piscinas e spas, também oferece alguns passeios guiados pela região.

Mas para quem quer viver uma imersão mais profunda à vida local, o Sanctuary Chichele Presidential Lodge é uma propriedade histórica que oferece vista panorâmica do topo do Parque Nacional South Luangwa, e também faz tours pelo parque.

Um safari na Zâmbia é, sem sombra de dúvidas, uma experiência inesquecível. Com opções de conhecer a região em um 4×4, de barco ou até mesmo a pé, é possível encontrar-se com os maiores animais selvagens do mundo: elefantes, búfalos, rinocerontes, leopardos e leões.

E como tudo ali tende a se apresentar em grandes proporções, a Victoria Falls é uma das mais espetaculares quedas d’água do mundo, com mais de 1.600 metros de largura e 108 metros de altura. Conhecida como “A fumaça que troveja” (Mosi-oa-Tunya’, em dialeto da tribo Kololo), a catarata ainda possui uma “Devil´s Pool”, ou “Piscina do Demônio”, que, apesar do nome, não é tão perigosa quanto parece: trate-se de uma piscina natural que se forma em períodos de seca (entre agosto e janeiro) em uma das extremidades da Victoria Falls.

Além disso, é imperdível participar de um safari noturno é conhecer a vida dos animais que se escondem durante o dia. A visão da mata durante a noite é completamente diferente e a experiência é única, permitindo aos visitantes vivenciarem novos sons, aromas e sensações.

Por fim, vale a pena passar no Museu Livingstone, que proporciona uma viagem pela história do homem e das civilizações. Divido em quatro galerias, Pré-Histórica (Arqueologia), Etnografia e Arte, História, e História Natural, o museu possui, em seu acervo, fósseis, esqueletos encontrados há milhares de anos, utensílios dos povos tribais e muitos outros itens que nos aproximam do surgimento da humanidade.

Uma viagem inesquecível e que deve ser feita enquanto a região não cai no circuito dos destinos tradicionais na África.

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