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Conheça as apostas das montadoras para o mercado brasileiro em 2016

Mesmo com queda expressiva nas vendas, as montadoras automotivas investem pesado no mercado brasileiro, que, acreditam, deve melhorar nos próximos anos. Enquanto as boas notícias não chegam, as marcas apostam em modelos novos ou em reestilizações marcantes. Conheça algumas novidades que desembarcam por aqui nos próximos meses.

A Audi reformulou seu sedã mais tradicional, o A4, para competir com o BMW Série 3 e o Mercedes-Benz Classe C. Maior, mais espaçoso e mais leve, o modelo tem como opcional o cockpit virtual, que estreou no esportivo TT, e faz até curva sozinho. A versão Avant chega com capacidade do porta-malas de 505 litros, que aumenta para 1.510 com rebatimento dos bancos.

A Land Rover traz seu maior sucesso de vendas na versão sem capota. O Evoque conversível mantém a mesma capacidade do porta-malas (251 litros) com a capota aberta ou fechada.

Já a Nissan está apostando nos compactos: o utilitário Kicks é a grande cartada da montadora, que será produzido na fábrica de Resende (RJ) e deve brigar com EcoSport, Renegade e HR-V.

Made in Brazil

Após anos sem lançar modelos inéditos, a Fiat apresentou este ano sua picape média, a Toro, que deve rivalizar com a Renault Oroch. Produzida na fábrica de Goiania (PE), tem a mesma base e motores do Jeep Renegade, com capacidade de carga de até 1 tonelada.

A Honda aposta na 10ª geração do Civic, de cara e motor novos. Pensando em ultrapassar o Toyota Corolla, o sedã tem visual mais ousado e um motor downsized de 1.5 turbo, que gera 174cv, 21cv a mais que o rival.

Assim como fez com o A3, a Audi deve começar a produzir o crossover Q3 em sua planta em São José dos Pinhais (PR). O modelo oferece motor 1.4 ou 2.0, turbo, com potência de 150, 180 ou 220cv, dependendo da versão.

A Mercedes volta a produzir seus veículos de passeio no Brasil com o tradicionalíssimo Classe C e o crossover GLA, um dos modelos mais vendidos da montadora no mercado nacional.

De olho nos verdes

A Kia aposta na redução de impostos para veículos híbridos e elétricos ao anunciar que trará de volta ao mercado brasileiro o Optima híbrido e a versão elétrica do Soul, que ainda não têm data nem preço de lançamento. O sedan terá motor 2.4 de 159cv a gasolina e um elétrico de 47cv, que, juntos, produzem 199cv.

Já o monovolume é o segundo modelo no Brasil totalmente elétrico: o outro concorrente é o BMW i3. O Soul elétrico chega com uma pegada mais urbana, com autonomia de 219 km na cidade e 179 na estrada, além de duas entradas para recarregar as baterias, sendo uma de carregamento rápido.

Também de olho na redução da alíquota para carros “verdes”, a Toyota traz a nova geração do Prius. O híbrido japonês chega completamente reestilizado, com design mais moderno. A montadora espera vendê-lo a preços mais acessíveis do que os R$ 116 mil atuais e, dependendo da aceitação, o novo Prius pode ser produzido no Brasil.

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