Homem praticando wakeboard. | Crédito: Shutterstock

Na onda do wakeboard

Conteudo Isobar

Descubra como praticar esse esporte aquático que conquista adeptos no Brasil. Ao unir velocidade e manobras radicais, está explicado porque o wakeboard tem se tornado cada vez mais um dos esportes favoritos entre os brasileiros. O wake é uma das modalidades aquáticas que mais crescem em número de praticantes, segundo a ABW (Associação Brasileira de Wakeboard).  Nasceu na década de 1980, ao unir o surfe e o esqui aquático, mas só foi introduzido no Brasil em 1990. Basicamente, wakeboard é um esporte em que o praticante, de pé sobre uma prancha especial, é rebocado por uma lancha e realiza manobras usando como impulso as ondas geradas pela embarcação. O wake virou queridinho de muitos adeptos dos esportes radicais e é geralmente praticado em represas, onde as águas são mais calmas e nas quais pessoas de todos os níveis de experiência podem voar por cima das ondas. Para andar de wakeboard, são necessários uma lancha e equipamentos específicos e indispensáveis, como uma prancha com botas, um colete salva-vidas, o cabo (que vai preso à lancha) e o manete, ou handle, em que o praticante se segura. Lanchas comuns podem ser usadas, mas existem modelos específicos para o wake: mais leves, com bom poder de reboque e design que deixa as ondas produzidas pelo barco do tamanho perfeito para as manobras. As cores chamativas também ajudam a torná-la visível para outros praticantes. Além disso, são mais fáceis de subir, caso o esportista caia da prancha. Entre as melhores marcas de lanchas para wake são as americanas Tigé, Moomba e Nautique, que permitem personalização dos modelos de acordo com o gosto e o estilo do esportista. O wake pode ser praticado de duas formas: na “marola” e nos cable parks. Na primeira, o esportista usa uma prancha presa aos pés e é puxado por cabos ligados a um barco. Os cable parks estão espalhados por várias cidades brasileiras. Neles, não se precisa de lancha, já que um teleférico puxa o cabo por todo o circuito de torres montadas nas margens e obstáculos, como rampas, espalhados sobre a água. O maior do país fica em Jaguariúna. Para os iniciantes, são indicadas as clínicas de wake, também conhecidas como wake camps, cursos intensivos com duração de alguns dias. Existem clínicas especializadas em atletas mais experientes, que querem evoluir no esporte. As clínicas podem ser encontradas nos cable parks e em algumas represas. Mesmo sendo considerado radical, o wake é mais fácil de aprender do que o surfe ou o skate. Agora, é só encontrar a represa mais perto de você e partir para a emoção sobre as águas.

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