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Nuvem metálica

Conteudo Isobar

Conheça a Fundação Louis Vuitton e sua arquitetura futurista, marcada pelo uso de vidro e cores metálicas.

Um navio magnífico entre as árvores. Foi nessa ideia que o arquiteto canadense Frank Gehry – vencedor do Pritzker em 1989 e também responsável pelo Guggenheim – se inspirou para criar a Fundação Louis Vuitton, museu de 118.400m² localizado em Paris, que levou sete anos para ser finalizado.

Inaugurado em 27 de outubro, o espaço custou cerca de US$128 milhões. Em razão da forma incomum e da estrutura futurista, foi comparado a uma nave espacial, um navio a vela e uma nuvem metálica.

A localização escolhida, o Jardim da Aclimação, em Boulogne, levou o arquiteto a pensar em uma solução que realçasse a ideia de transparência. Por isso, o vidro (junto ao metal) é um dos principais elementos do projeto, pois enfatiza a conexão com o lado de fora: um vasto jardim cercado por um lago.

Epicentro artístico

A proposta do projeto, segundo o grupo LVMH (Moët Hennessy-Louis Vuitton S/A), é incentivar e promover a arte contemporânea no mundo.

Com 11 galerias e um auditório de 350 lugares, o espaço abrigará exposições temporárias, eventos multidisciplinares e uma seleção de obras pertencentes à coleção pessoal de Bernard Arnault, presidente do Conselho de Administração e CEO da LVMH.

No momento, está em cartaz uma exposição dedicada a Frank Gehry, que reúne uma série de maquetes projetadas pelo arquiteto durante a concepção do projeto do museu.

Entre os dias 6 e 14 de novembro, os visitantes poderão assistir ao grupo eletrônico alemão Kraftwerk, famoso por unir música, vídeo e performance em suas apresentações.

Há também uma livraria e um restaurante, comandado pelo chef francês Jean-Louis Nomicos. Isso significa que, depois de um longo dia visitando exposições, você terá a oportunidade de provar o melhor da alta gastronomia francesa – e, se tiver pique, curtir o pôr do sol em grande estilo no exuberante jardim parisiense.

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