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Born to be wild

Conteudo Isobar

Câmeras portáteis inovam na perspectiva de registrar o universo dos esportes radicais.

Elas escalam montanhas, surfam ondas maiores que um prédio de 30 andares, acompanham corridas a velocidades mortais, descem montanhas de neve negativas e são amigas inseparáveis de skatistas, paraquedistas e toda sorte de atletas aventureiros.

Fiéis companheiras dos amantes dos esportes radicais, as câmeras portáteis fotografam e filmam a ação em ótima qualidade – e se tornaram objetos de desejo para muitos deles.

A chave do sucesso é que elas são diametralmente opostas às câmeras profissionais – que são bem maiores, mais pesadas e difíceis de carregar. As portáteis, no entanto, têm tamanho enxuto, o que permite chegar ao epicentro da ação como nenhum outro equipamento é capaz.

O resultado é único e permite registrar os acontecimentos sob uma perspectiva muito diferenciada: a do próprio atleta.

Engana-se, porém, os que pensam que a tecnologia está a favor apenas dos profissionais. Amadores e praticantes de todo tipo de esporte também viraram fãs desse pequeno aparato tecnológico.

As medidas modestas – as câmeras são propositalmente compactas, pequenas o suficiente para caber confortavelmente em uma das mãos – não entregam a ampla tecnologia embutida no equipamento. A maioria das câmeras filma em Full HD e também é possível comprar uma caixa estanque para usá-la sob a água.

Modelos

São várias as opções no mercado – a GoPro é a pioneira. Há também a Sony HDR-AS15, a JVC Adixxcion e a X-Trax. Diferentes entre si, elas partilham da mesma proposta: registrar os momentos mais radicais sob uma perspectiva única e especial – a de quem sente a adrenalina no sangue correndo pelas veias.

Milhares de pessoas já filmaram os mais fantásticos momentos – como o skydiver e basejumper austríaco, Felix Baumgartner, que ultrapassou mais de 24 milhas da superfície da Terra em um balão estratosférico. Clique aqui e assista.

A verdade é que não há limites para os registros. Esse vídeo, por exemplo, surpreende pelo ângulo inusitado pelo qual mostra as baleias-jubarte filmadas com um drone (uma espécie de helicóptero em miniatura). Esse outro, mostra como é saltar as montanhas de Utah, nos EUA, de bicicleta e a muitos metros do chão.

Por último, o clipe abaixo te leva para surfar a temida (e mortal) onda de Backdoor, em Pipeline, Havaí, com o norte-americano Kelly Slater – o surfista recordista de títulos mundiais:

Depois de tanta ação, o difícil vai ser não se deixar contagiar pela febre das câmeras portáteis. Ou, ao menos, mergulhar nos tantos vídeos disponíveis pela rede. Alguns dizem que a adrenalina vicia – e essa pode ser a chance de colocar a afirmação à prova.

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