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Vitrola Fever

Conteudo Isobar

A volta do aparelho que revolucionou a indústria fonográfica e adquiriu status pop dentro de casa.

Quando surgiu, início do século passado, o toca-discos era privilégio de poucos e animava as festas da alta burguesia. Com o passar do tempo, foi incorporado por DJs e espalhou-se entre a população, facilitando o acesso à música.

Até cair no esquecimento, por causa de invenções como a fita magnética (que originaria, nos anos 1960, a fita cassete) e o CD player – e parar em museus e em estantes de colecionador.

Em uma onda nostálgica, o acessório ressurgiu com força total nos anos 2000. Tanto que hoje pode ser facilmente encontrado em lojas especializadas pelo Brasil – ou, ao alcance de um clique, via internet.

A experiência agora vem em dobro: não se limitando à função de tocar os LPs, os novos aparelhos também evocam a estética do passado, ganhando status de objeto de decoração. A loja online Forma Fina, por exemplo, aposta em diversos modelos no estilo retrô, como os que imitam o gramofone e os portáteis, que vêm dentro de maletas nas cores vermelha, marrom, preta e branca.

Também fazem sucesso os toca-discos que são réplicas de rádios que parecem ter saído de um baile de formatura dos anos 1950. Com acabamento em madeira, aparecem nas diferentes tonalidades do material.

Em tempos de iPods e outros tantos gadgets musicais, a volta do toca-discos representa, para muitos, uma oportunidade de experimentar, como se fosse uma grande novidade, um velho jeito de ouvir música.

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